Durante a sua passagem por Vila do Conde, o camisola 10 destacou-se pela capacidade de ditar o ritmo no meio-campo e pela precisão nas bolas paradas. Num conjunto que lutava pela permanência e pela afirmação no escalão principal, a presença de um organizador com leitura de jogo refinada garantia estabilidade nas transições e criava oportunidades constantes para a linha avançada no Estádio dos Arcos. O seu rendimento chamou rapidamente a atenção dos observadores nacionais, consolidando a sua reputação como um dos médios mais influentes do plantel vilacondense.
A influência tática de André Luiz estendia-se para lá dos números individuais de golos e assistências. Em confrontos de elevada exigência competitiva, como as deslocações frente aos candidatos ao título ou nos duelos diretos pela tabela classificativa, a sua capacidade de reter a posse sob pressão aliviava o setor defensivo e orientava a equipa. Esta regularidade exibicional permitiu ao clube somar pontos determinantes e estabeleceu um padrão de qualidade técnica que ainda hoje serve de referência para as opções de meio-campo do clube.




